sábado, 31 de maio de 2014
quarta-feira, 7 de maio de 2014
Não sei se alguma vez conseguirei perceber o que me faz realmente feliz. E temo que o tempo passe por mim e eu demore uma vida inteira sem entender, sem chegar lá. Detetei em mim um comportamento padrão que me define e que não sei se é bom ou se é mau, mas é cansativo. Aprendi desde cedo a fugir. Eu sou perita em fugir. Se vejo que alguma situação pode complicar, me pode ser desfavorável ou me fazer infeliz, eu convenço-me disso e corro. Senhores, se corro! Não olho para trás. Depois páro e penso, Ok já está.
Agora que faço esta análise vejo este comportamento repetidas vezes.
Não sou uma pessoa convencional. Não vejo só o que se me apresenta. Não sigo padrões. Só os meus.
Durante muito tempo achei que não era suficientemente feliz porque não fazia o que todos esperavam que eu fizesse. Sozinha por circunstância, por falta de sorte e por opção, achei sempre que ma faltava algo. Que me faltava a convenção social do must have uma carreira, um marido e filhos. Não construí uma carreira, faço o que gosto. Não casei e não procriei. Apaixonei-me várias vezes e de coração aberto. Nunca imaginei vida ao lado de nenhum deles, embora fizesse um esforço para isso. Embora tivesse querido. E embora tivesse acreditado que a minha vida plena de felicidade estava ali.
Hoje apetece-me fugir de novo. Não de nada nem ninguém em especial, mas percebo que o mundo é enorme e está cheio de oportunidades. Mas eu não conheço o mundo inteiro e quero muito.
E por isso chego à conclusão que o que me apetece mesmo fazer é fugir pelo mundo. É sair desta vidinha, do trabalhinho, das pessoínhas e de tudo que me rodeia e que não me faz sentido nenhum.
E sei que antes de atracar no porto certo, eu tenho que conhecer mundo, tenho que me descobrir algures, de sentir o que me faz feliz. E por mim ia já amanhã...
Agora que faço esta análise vejo este comportamento repetidas vezes.
Não sou uma pessoa convencional. Não vejo só o que se me apresenta. Não sigo padrões. Só os meus.
Durante muito tempo achei que não era suficientemente feliz porque não fazia o que todos esperavam que eu fizesse. Sozinha por circunstância, por falta de sorte e por opção, achei sempre que ma faltava algo. Que me faltava a convenção social do must have uma carreira, um marido e filhos. Não construí uma carreira, faço o que gosto. Não casei e não procriei. Apaixonei-me várias vezes e de coração aberto. Nunca imaginei vida ao lado de nenhum deles, embora fizesse um esforço para isso. Embora tivesse querido. E embora tivesse acreditado que a minha vida plena de felicidade estava ali.
Hoje apetece-me fugir de novo. Não de nada nem ninguém em especial, mas percebo que o mundo é enorme e está cheio de oportunidades. Mas eu não conheço o mundo inteiro e quero muito.
E por isso chego à conclusão que o que me apetece mesmo fazer é fugir pelo mundo. É sair desta vidinha, do trabalhinho, das pessoínhas e de tudo que me rodeia e que não me faz sentido nenhum.
E sei que antes de atracar no porto certo, eu tenho que conhecer mundo, tenho que me descobrir algures, de sentir o que me faz feliz. E por mim ia já amanhã...
segunda-feira, 28 de abril de 2014
Invariavelmente perguntam-te uma imensidão de coisas que se prendem com pormenores. Com a necessidade de teres que colocar um nome às coisas para que elas possam fazer sentido.
O problema não está nas questões que te colocam, mas por favor, comecem a fazer as questões certas.
Estás feliz? É a primeira, única e derradeira questão que realmente importa.
domingo, 20 de abril de 2014
A outra metade da laranja...
Um dia vendem-nos a ideia de que a metade da laranja é o pedaço que nos falta para sermos felizes. E que a eterna busca pela metade de nós, nos fará mais completos.
Eu sou uma romântica no que toca às crenças no amor. Não sou uma romântica 'clichezada', mas sou uma romântica que acredita verdadeiramente no entendimento e no amor entre duas pessoas...inteiras de preferência.
Quer isto dizer que procurarmos a nossa metade, nos reduz a outra metade. E nós não somos só metade. Nós somos inteiros. Cheios de coisas boas e coisas insuportáveis para oferecer a alguém igualmente inteiro que esteja disposto a aturá-las.
Esta estória da metade da laranja causa-me algum arrepio. Não estranho existir tanta gente por aí a sentir-se incompleta. Pudera! Convenceram-se que a felicidade se consegue pela outra metade!
Nada mais redutor! Nada mais simplório!
quarta-feira, 2 de abril de 2014
segunda-feira, 31 de março de 2014
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