Eu juro que não volto a ter um desgosto de amor só para não cair na tentação de ouvir Adele e cortar os pulsos. Ela faz músicas mesmo só para isso, certo?
segunda-feira, 14 de julho de 2014
terça-feira, 1 de julho de 2014
Dúvidas, só dúvidas...
Um dia, quando tiver muita paciência, vou colecionar todos os conselhos de felicidade que as pessoas me vêm apregoar aos ouvidos. Só tenho uma dúvida. Esses conselhos são mesmo para mim ou há uma tentativa de verbalizar aquilo que não resultou com as próprias, mas que acham piamente que resulta com os outros?
segunda-feira, 23 de junho de 2014
O bom destes dias de chuva é que abafam os pólens na rua e eu passo a espirrar apenas 100 vezes por dia. Melhor ainda é que não tenho que gramar com fotos de pés na areia do pessoal. Eu não queria dizer nada, mas a maior parte das pessoas tem pés horríveis (não gosto de pés, ok). Fotografar e publicar é só um martírio para quem está deste lado. Consigo gramar melhor as fotos das bolas de brelim enfiadas entre o polegar e o indicador.
Era só isto. Tinha que tirar algum consolo dos dias de chuva.
Era só isto. Tinha que tirar algum consolo dos dias de chuva.
domingo, 22 de junho de 2014
terça-feira, 3 de junho de 2014
sábado, 31 de maio de 2014
quarta-feira, 7 de maio de 2014
Não sei se alguma vez conseguirei perceber o que me faz realmente feliz. E temo que o tempo passe por mim e eu demore uma vida inteira sem entender, sem chegar lá. Detetei em mim um comportamento padrão que me define e que não sei se é bom ou se é mau, mas é cansativo. Aprendi desde cedo a fugir. Eu sou perita em fugir. Se vejo que alguma situação pode complicar, me pode ser desfavorável ou me fazer infeliz, eu convenço-me disso e corro. Senhores, se corro! Não olho para trás. Depois páro e penso, Ok já está.
Agora que faço esta análise vejo este comportamento repetidas vezes.
Não sou uma pessoa convencional. Não vejo só o que se me apresenta. Não sigo padrões. Só os meus.
Durante muito tempo achei que não era suficientemente feliz porque não fazia o que todos esperavam que eu fizesse. Sozinha por circunstância, por falta de sorte e por opção, achei sempre que ma faltava algo. Que me faltava a convenção social do must have uma carreira, um marido e filhos. Não construí uma carreira, faço o que gosto. Não casei e não procriei. Apaixonei-me várias vezes e de coração aberto. Nunca imaginei vida ao lado de nenhum deles, embora fizesse um esforço para isso. Embora tivesse querido. E embora tivesse acreditado que a minha vida plena de felicidade estava ali.
Hoje apetece-me fugir de novo. Não de nada nem ninguém em especial, mas percebo que o mundo é enorme e está cheio de oportunidades. Mas eu não conheço o mundo inteiro e quero muito.
E por isso chego à conclusão que o que me apetece mesmo fazer é fugir pelo mundo. É sair desta vidinha, do trabalhinho, das pessoínhas e de tudo que me rodeia e que não me faz sentido nenhum.
E sei que antes de atracar no porto certo, eu tenho que conhecer mundo, tenho que me descobrir algures, de sentir o que me faz feliz. E por mim ia já amanhã...
Agora que faço esta análise vejo este comportamento repetidas vezes.
Não sou uma pessoa convencional. Não vejo só o que se me apresenta. Não sigo padrões. Só os meus.
Durante muito tempo achei que não era suficientemente feliz porque não fazia o que todos esperavam que eu fizesse. Sozinha por circunstância, por falta de sorte e por opção, achei sempre que ma faltava algo. Que me faltava a convenção social do must have uma carreira, um marido e filhos. Não construí uma carreira, faço o que gosto. Não casei e não procriei. Apaixonei-me várias vezes e de coração aberto. Nunca imaginei vida ao lado de nenhum deles, embora fizesse um esforço para isso. Embora tivesse querido. E embora tivesse acreditado que a minha vida plena de felicidade estava ali.
Hoje apetece-me fugir de novo. Não de nada nem ninguém em especial, mas percebo que o mundo é enorme e está cheio de oportunidades. Mas eu não conheço o mundo inteiro e quero muito.
E por isso chego à conclusão que o que me apetece mesmo fazer é fugir pelo mundo. É sair desta vidinha, do trabalhinho, das pessoínhas e de tudo que me rodeia e que não me faz sentido nenhum.
E sei que antes de atracar no porto certo, eu tenho que conhecer mundo, tenho que me descobrir algures, de sentir o que me faz feliz. E por mim ia já amanhã...
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