segunda-feira, 14 de outubro de 2013
Carência a quanto obrigas
Creio que já tinha escrito aqui que pior que uma mulher desesperada por amor é uma mulher desesperada por amor que não disfarça. Afinal há ainda pior: um homem desesperado por amor que não disfarça.
Não sei se é algum descontrole hormonal que há no meu local de trabalho que provoca situações ridículas de engate barato. Tenho colegas que, saídos recentemente de relações ou desejosos de sair das que têm actualmente, tentam lançar a cana de pesca a ver se cai alguma coisa na rede. Então começam com falinhas mansas sobre o quão bonitas nós somos e estamos, que tiveram saudades nossos no fim-de-semana, que não lhes ligamos nenhuma. E eu pergunto-me, mas que merda é esta agora? E depois vejo-os com o mesmo discurso para outras colegas minhas (geralmente as solteiras, mas provavelmente às outras também).
Nisto lá tenho eu que calçar as ferraduras e responder, quando me perguntam se tive saudades, que não, que não tive nenhumas e porque haveria de ter?
Se ao menos isto me desse para elevar o ego, mas é que nem dá senhores, porque a abordagem é tão, mas tão fraquinha que me dá dó ver ao ponto que as pessoas chegam por um bocadinho de atenção.
Mais a mais deve haver alguma suposição que as mulheres solteiras estão disponíveis para este tipo de ladaínha toda e que gostam destas merdas, mas a mim, santa paciência, torram-me o juízo fazem-me revirar os olhos.
E esta carência toda e fragilidade é coisa que me tira o tesão todo por um homem e se nunca tinha havido, agora então é que fica reduzido a pó.
Senhores, shame on you!
Não gosto
Não gosto, não tolero, irrita-me solenemente que me liguem quando não tê mais planos, quando estão aborrecidos, quando o resto da lista não atende, quando estão em baixo.
Estou cada vez mais perita em dizer que não. Aliás, adoro dizer que não, sobretudo quando é merecido!
quarta-feira, 9 de outubro de 2013
Fazer o quê?
O problema, o grande problema é sabermo-nos pior do que somos. É passar metade do tempo a pensar que não somos bons o suficiente e a outra metade a perceber porquê. É achar que se calhar se fossemos realmente bons as coisas seriam diferentes.
Mas afinal, não somos assim tão maus e inevitavelmente as coisas acontecem exactamente como têm que acontecer.
Não quero pensar que tudo é assim tão aleatório nem quero pensar que tudo é ardilosamente concebido pelo destino. Quer um quer, quer outro, estão a dever-me muito!
Mas afinal, não somos assim tão maus e inevitavelmente as coisas acontecem exactamente como têm que acontecer.
Não quero pensar que tudo é assim tão aleatório nem quero pensar que tudo é ardilosamente concebido pelo destino. Quer um quer, quer outro, estão a dever-me muito!
terça-feira, 8 de outubro de 2013
Era só isto
Vinha aqui escrever qualquer coisa, mas entretanto reparei que a blogosfera anda toda apaixonada, com noites calientes, orgasmos múltiplos, calores noturnos, amores desmesurados, que me perdi e esqueci-me do que tinha para dizer.
Era só isto.
Era só isto.
quinta-feira, 3 de outubro de 2013
Coisas que não entendo
Nunca entendi aquela coisa de se terminar relações com: - Desculpa, mas não estou preparada(o) para uma relação!
Pessoas A gosta de B. Pessoa B gosta de A. Simples não? Entretanto, um dia acorda-se e pensa-se: ai espera lá que afinal estou metido numa relação (sim, que ainda me vão explicar a linha que separa uma relação de uma amizade colorida ou de 'um caso') e afinal não estou preparado. Preparado para quê afinal? Para estar com quem se gosta?
E, em calhando não estar preparado, que agente tem fases dessas, porque é que se metem nelas? Não vale mais dizer antes? Vale a pena deixar o barco andar para depois pensar que ele afinal não devia ter saído do porto?
Ou será que este argumento vem bater o antiquíssimo: O problema não és tu, sou eu...?...
terça-feira, 1 de outubro de 2013
Oooohhhhhmmmmmmmmmmmmm
Depois de um dia como o de ontem em que tive uma dor de cabeça tão grande que o cheiro das pessoas me dava vontade de vomitar, acho que devia retomar o meu yoga, embora o efeito seja mais ou menos o retratado.
Depois do yoga devia começar a tentar meditar, pois que lhe reconheço os efeitos benéficos que me traz à mente e à paz de espirito e aí juro que mais nada nem ninguém me provocará dores de cabeça!
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