Ela é a única que perde um sapato, sem beber nada e ainda encontra um príncipe que gosta de pés pequenos.
terça-feira, 10 de setembro de 2013
domingo, 8 de setembro de 2013
São estórias, senhores, apenas estórias
Sábado. Sol. Saíra para almoçar com alguns amigos. Os sábados servem para quê, afinal?
Entrou no restaurante combinado, à hora acordada. Feliz. De bem com a vida. De bem consigo mesma. Aproxima-se da mesa, onde já estão à sua espera. Repara nas crianças que a circundam. Que fofas. Algum dia terá as dela? Quando? Estará longe dessa vida?
As crianças sorriem-lhe, ela diz-lhes olá. Lembra-se de quando ela própria era uma criança e de como gostava dessa leveza de existir, apenas só porque sim.
O pai chama-as. Ela olha para ele. Ela gela. Ao lado vê a mulher, percebe que as crianças são dele. Senta-se exasperada, receia movimentar o olhar. Estatifica na cadeira, não ousa respirar, não ousa olhar mais, não ousa acreditar na cena que vê, que nunca quis ver, que sempre rezou para que não visse. Aquele cenário não era dela. Nunca foi. Nunca será.
sábado, 7 de setembro de 2013
É isto, por agora
Aos 16 anos achava que ia casar. Na altura com o rapaz com quem namorava. Achava que ia casar de vestido e tudo. Achava que se me casasse tinha que ser para sempre. E dizia que o amava para sempre. Mas aos 16 eu não sabia bem o que era o para sempre. Os 30 anos para mim eram uma realidade tão longínqua que me via uma carcaça acabada com uma prole de duas ou três crianças à minha volta. Ainda assim, via-me feliz no meio dessa realidade.
Hoje sei que o para sempre é só um até já. Que a duração das coisas é só o tempo que quisermos. Que as coisas, ainda assim duram muito menos do que queremos que elas durem, mas aquelas que queremos que não durem nada, afinal até duram muito tempo.
A única coisa que tenho saudades dos meus 16 anos é do modo como via as coisas com uma ingenuidade e utopia muito boas. Mesmo sabendo hoje que as coisas não são como as supus (graças a deus!) também não as sabia tão secas e tão descrentes. É só isto.
Hoje sei que o para sempre é só um até já. Que a duração das coisas é só o tempo que quisermos. Que as coisas, ainda assim duram muito menos do que queremos que elas durem, mas aquelas que queremos que não durem nada, afinal até duram muito tempo.
A única coisa que tenho saudades dos meus 16 anos é do modo como via as coisas com uma ingenuidade e utopia muito boas. Mesmo sabendo hoje que as coisas não são como as supus (graças a deus!) também não as sabia tão secas e tão descrentes. É só isto.
Não era tudo tão mais fácil?
Se tivéssemos um botão ON/OFF localizado algures perto do nosso cérebro que fizesse com que as pessoas passassem à história logo após as coisas terminarem? Acabava-se e deligava-se. Ponto!
sexta-feira, 6 de setembro de 2013
sexta-feira, 30 de agosto de 2013
That´s it

Haverá por aí algum manual de instruções masculino? Já agora separado por faixas etárias, para facilitar a leitura? Agradecida!
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